Eu quero quebrar as correntes que me prendem
Quero voar
Quero sentir a brisa da manhã sobre o rosto
Quero ser livre
Andar sem medo do tropeço
Cair sabendo levantar
E continua no caminho
No caminho que só eu posso trilhar
Quero amar
Sem medo do sofrimento
Sem acreditar no infinito
Porque o infinito acaba
E você descobre que nada é para sempre.
Porque talvez eu seja mesmo um tolo
Que duvida de tudo e desconfie do mundo
Talvez eu não exista
Ou ainda esteja preso na caverna
Ou talvez você não entenda
A minha vontade de voar
Voar alto como uma águia
Sem pensar em voltar, sem voltar a cair
Voando tão alto que eu possa desaparecer no infinito
Isto é: se ele existir
19 de maio de 2012
O trabalho Eu Quero de Adenilson Argolo foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em entrelinhasdopoeta.blogspot.com.br.
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